
CHEGA DE PERDER TEMPO.
(^^,)
DIFERESSÊNCIA VAI VOLTAR COM TUDO...NOVIDADES
E..FINALMENTE
ESTARÁ DE FATO, ATIVO. \o/

Tudo, o que todo mundo almeja, afinal não é a tranquilidade?
Se a resposta for sim, me explique o por que desta inquietação em mim?
A vida está tão tranquila pra um momento em que deveria estar em pura agitação que eu tenho medo.
O comodismo é meu elefante e a insegurança é minha girafa e, ambos estão dentro do meu quarto.
O pior é que eu fico procurando defeito, procurando coisa errada onde está tudo certo...
Mulher é um serzinho muito complicado...Vivemos procurando chifre em cabeça de cavalo...aí, quando vai ver, já é tarde demais.
Muitas transições começaram..e são simples. O complicado é sair do casulo e se abrir pro mundo, pra carreira, pros amigos..e se abrir pra uma das coisas que nos deixam, que me deixa, mais louca ainda....o amor.
É assim...caindo na toca do coelho todo dia...correndo atrás, encontrando chapeleiros, rainhas de copas e cia. se perdendo e se achando...

Queria muito que o ano terminasse, pra começar logo mais um ciclo, tinha necessidade do "novo" em minha vida. Mas avaliando tudo...a vida é uma. O que são os anos afinal de contas?!...
Todo dia quando acordo pode ser 1° de janeiro. Todo dia eu posso querer o novo e ter o novo.
Enfim...
Pra esse ano....pra hoje eu desejo tanta coisa...
desejo a coragem da mudança...desejo a paz dentro de nós mesmos...desejo o amor incondicional...desejo a saúde mental...desejo sorrisos...desejo a verdade...e desejo LUZ...
Não tem como não comparar. Cora Coralina me lembra muito minha avó, minha infância. O jeito carinhoso das avós, os doces, as lembranças....Em cada poesia dela, sinto o cheiro da terra, o cheiro dos doces que ela fazia. Saudade.
Ela, morreu em 1985 deixando um legado de poesias e exemplo de grandeza em sua simplicidade. Seu nome, na verdade, era Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, Cora Coralina foi seu pseudônimo. Escreveu na juventude em jornais de Goias, sua terra e, fugindo com o marido para São Paulo chegou a ser convidada a participar da semana de Arte Moderna, mas seu este não deixou. Teve, de fato, um casamento difícil, e com a morte do marido descobriu-se ainda mais como mulher, como poetisa._..._ NÃO SEI _..._
Não sei...
se a vida é curta...
Não sei...
Não sei...
se a vida é curta
ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta,
nem longa demais, mas que seja intensa,
verdadeira e pura...
enquanto durar.
.
Não. Este não é um mapa criado por Tolkien. Muito menos por mim.
Hoje voltei a ser voluntária no Médicos sem Fronteiras. Saí de casa com um pequeno desânimo. Talvez porque só hoje consegui acordar sem sentir "muito" as dores do meu corpo devido ao evento da revista que trabalhei por três dias, o dia todo e varando madrugada... Por tanto acordei disposta e me arrumei com vaidade. Uma roupa bacana, e minha mais nova bolsa, verde, de couro, pequena, simples e elegante. Peça chave. Ainda, levei o livro que estou lendo, digo, devorando. Eclipse de Stephanie Meyer.
Sua carreira começou com a banda Barão Vermelho, que lançou músicas como "Pro dia Nascer Feliz", "Bete Balanço" e "Eu queria ter uma Bomba". Era fim de um período ditatorial no país, e o Barão trouxe uma gás a mais a geração que comemorava o fim da censura e dos ditames impostos pelo regime. Mesmo com a banda, Cazuza queria mais. Não acompanhava mais as mesmas ideias, e então partiu para carreira solo. Sozinho, Cazuza voltou suas letras ainda mais para si mesmo. Partucularmente acho bárbara a forma como ele se rasga, se mostra, se joga nas palavras, sem inibição, sem falso moralismo. Cazuza em trabalho solo lança músicas excelentes, tais como: "Ideologia", "Só as mães são felizes" e "Boas Novas".
